É pavê ou pacomê?

É pavê ou pra vestir? – Portugal

Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém

Não, não fomos convidados pra uma tal de suruba, mas fomos desafiados pela Flávia Frossard a criar um “é pavê ou pra vestir?” sobre Portugal. Desafio aceito. Depois de aceitar o desafio foi hora de começar a pesquisar sobre a culinária portuguesa, sobre alguns costumes e as roupas típicas, claro.

Sobre a culinária portuguesa constatamos o que já sabíamos, que os peixes e frutos do mar são os príncipes da mesa e o rei é o bacalhau, sem dúvidas. E sabia que o bacalhau ficou famoso em Portugal porque a Igreja Católica restringia vários alimentos durante a quaresma? E mais, que o bacalhau era  muito consumido pelo seu preço baixo? Pois é meu bem, chora porque hoje esse rei aí é bem salgadinho, tanto quanto seu sabor.

Portugal também é conhecida pelos seus azeites e seus vinhos, todos de boa qualidade, sabores incorporados da cultura mediterrânea. Além de outros ingredientes como tomate, pão e ervas aromáticas.  Agora me diz, do que mais a gente precisa pra viver do que uma fatia de pão com tomate e azeite do bom? Sei não, mas eu amo.
Além disso, as batatas fazem o maior sucesso por lá e são acompanhamento mais queridinho deles, lá não tem arroz e feijão, tem bacalhau com batatas ao murro, nada mal né?

Tá, eu sou apaixonada por comida e o boy mais do que eu, então vou resumir a última curiosidade. Os doces portugueses tiveram influência da religião católica, pois os conventos disputavam quem faziam os melhores doces e a maioria têm o ovo como base, o resultado você já sabe: pastéis de Belém (que só pode ser chamado assim em Belém, os outros são pastéis de nata), ovos moles, barrigas de freira. Ou seja, uma confeitaria mais do que mágica! Convenhamos que temos a desculpa perfeita pra comer doces portugueses: vai tanto ovo que podemos considerar mais proteína do que carboidrato+açúcar, certo? Certo!

Então chegou a hora de babar nas receitas escolhidas:
– Bacalha a Lagareiro – um prato tradicional regato a muito azeite do bom, batatas ao murro, pimentão, cebola e alho no forno. MUITO bom.
– Toucinho do céu – um doce dos deuses com base de açúcar e ovos com amêndoas moídas. Você não imagina o cheiro que a casa fica, além do sabor ser magnífico.

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Sobre as roupas típicas portuguesas eu encontrei muitas saias rodadas e muitos e muitos lenços, com bastante cor e bastante volume. Pra criar minha roupitcha de brechó inspirada nessa cultura usei uma saia babado que já é nossa conhecida, lá do brechó Casa das Violetas e uma regata branca (de 1 real. Sim, um único real) de lese, que é um tecido levinho com recorte que parecem renda, super delicado e fresquinho pra esse calor todo, além disso ela era toda trabalhada nos babados. Então check: Vermelho, babado, volume. Tá faltando uma coisa, o lenço, esse lenço foi garimpado pela minha mãe e custou a bagatela de R$5, já fui logo pegando emprestado e pra deixar um ar mais atual usei como turbante, espia só:

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Hora de comer 😉

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Curtiram? Querem mais? Querem participar? Alô? Tá na linha ainda?
Beijoxxx.

Saia – Brechó Casa das Violetas – R$20 | Blusa – Igreja do Jd. Capivari – R$1 | Lenço – Brechó desapego da Miriam – R$5

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